O estado do Pará terá mais R$ 33,1 milhões para dar continuidade às ações da estratégia Rede Cegonha. A portaria número 1.856, publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira (30), aprovou a terceira etapa do plano de ação da rede no estado, contemplando três municípios.
De imediato, serão repassados R$ 1,6 milhões para os serviços existentes. O restante do valor será pago conforme andamento da Rede Cegonha no estado. “Este montante permitirá que o estado possa qualificar e ampliar a rede de assistência à mulher e ao bebê”, destaca a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde, Esther Vilela.
O valor é destinado ao custeio de dois Centros de Parto Normal; três Casas da Gestante, Bebê e Puérpera; criação de 22 leitos de Gestação de Alto Risco; 30 leitos de UTI Adulto tipo II; 43 leitos de UTI Neonatal tipo II; 16 leitos de UCI Neonatal e 18 leitos Canguru. Também serão qualificados 10 leitos UTI Adulto tipo II e 16 leitos de UTI Neonatal tipo II.
A terceira etapa do plano de ação da Rede Cegonha no estado do Pará contempla os municípios de Altamira, no valor de R$ 16,4 milhões; Castanhal, no total de R$ 8,2 milhões e Paragominas, com R$ 8,4 milhões. A portaria autoriza a transferência de recursos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos de saúde do Estado e municípios da Rede de Assistência, após habilitação de todos os serviços previstos no Plano de Ação.
Lançada no ano passado, a estratégia Rede Cegonha fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança.
As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada. “Temos que construir um ambiente acolhedor para que a mulher se sinta mais segura nesse momento e, para isso, é necessário a qualificação do espaço físico e a mudança das práticas”, enfatiza Esther Vilela.
Fonte: Ministério da Saúde
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