segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Alfredo vê na parceria com a União a saída para o desenvolvimento de Belém

O deputado Alfredo Costa (PT) foi o penúltimo candidato a prefeito de Belém a ser entrevistado na rádio O Liberal CBN dentro do quadro criado para mostrar as propostas de cada um. Ele foi muito incisivo quanto à necessidade de parcerias com o governo federal por causa dos repasses feitos aos municípios. A prova, no seu entendimento, é que as maiores obras realizadas na capital foram financiadas pela União.
 
A série de entrevistas realizadas pelo jornalista Cleiton César, com a colaboração do radialista Santino Soares, será encerrada hoje, com o ex-secretário do governo Duciomar Costa, Sérgio Pimentel (PSL). No espaço de uma hora, cada um deles tem a chance de comentar os principais problemas da cidade e explicar a sua proposta administrativa aos ouvintes que acompanham o programa pela frequência AM 900.
 
Na sua apresentação, o deputado deixou claro que o mote de sua candidatura é a vantagem de pertencer ao mesmo partido da presidente Dilma Roussef (PT). "Quero ser prefeito para governar em parceria com a Dilma. É no governo federal que estão as condições da cidade investir porque Belém só tem R$ 220 milhões disponíveis para investimento", disse.
 
Alfredo apontou as obras executadas pelo governo de sua correligionária, Ana Júlia Carepa, para demonstrar que sua tese tem fundamento. "Todas as obras feitas aqui foram com recursos federais. O BRT tem R$ 720 milhões previstos no PAC da Mobilidade Urbana", destacou. O deputado disse que, mesmo fazendo oposição ao governo de Simão Jatene (PSDB), estará aberto às negociações. "O governo municipal depende mais do governo federal do que do estadual, mas as duas parcerias são importantes", defendeu ele, que pretende investir na Educação e na assistência social não só para melhorar os índices educacionais como para reduzir os de violência urbana.
 
"Temos mais de 50 mil crianças fora da creche. No mínimo, tem que ter uma creche por bairro", disse. Para reduzir o déficit, aposta no programa Brasil Carinhoso para a construção e no Fundo para o Desenvolvimento do Ensino Básico (Fundeb) para custear o funcionamento desses espaços de ensino infantil.


Fonte: ORM

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