Reduzir a mortalidade infantil e materna na população indígena, que vive em aldeias de todo o Brasil, é o objetivo do Plano de Ação elaborado pelo Ministério da Saúde, em parceria com outros ministérios do governo federal. O plano visa ampliar as ações de saúde indígena, com foco na atenção básica.
O Ministério da Saúde selecionou 16 nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) para o Plano de Ação Imediata. Os distritos estão nos estados do Pará, Roraima, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Maranhão, Acre e Rondônia.
De acordo com o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio de Souza, os 16 DSEI selecionados concentraram 70% do número absoluto de óbitos em crianças menores de um ano registrados em 2011. “Esses distritos apresentam maior risco de mortalidade infantil e concentram maior população indígena em extrema pobreza. Vamos fortalecer as ações para prevenir as mortes que, lamentavelmente, ainda ocorrem por causas evitáveis, como diarréia e desnutrição, garantir o pré-natal às gestantes e acompanhamento daquelas com gravidez de alto risco”, explicou.
Serão assegurados também transportes aéreo, fluvial e terrestre para o deslocamento das equipes e remoção de pacientes, aquisição de medicamentos e equipamentos médicos- hospitalares, além do incremento de profissionais para atuarem na assistência (médicos e enfermeiros) e no saneamento básico nas aldeias (engenheiros, geólogos, arquitetos e técnicos de saneamento).
Fonte: Ministério da Saúde
De acordo com o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio de Souza, os 16 DSEI selecionados concentraram 70% do número absoluto de óbitos em crianças menores de um ano registrados em 2011. “Esses distritos apresentam maior risco de mortalidade infantil e concentram maior população indígena em extrema pobreza. Vamos fortalecer as ações para prevenir as mortes que, lamentavelmente, ainda ocorrem por causas evitáveis, como diarréia e desnutrição, garantir o pré-natal às gestantes e acompanhamento daquelas com gravidez de alto risco”, explicou.
Serão assegurados também transportes aéreo, fluvial e terrestre para o deslocamento das equipes e remoção de pacientes, aquisição de medicamentos e equipamentos médicos- hospitalares, além do incremento de profissionais para atuarem na assistência (médicos e enfermeiros) e no saneamento básico nas aldeias (engenheiros, geólogos, arquitetos e técnicos de saneamento).
Fonte: Ministério da Saúde
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