Verbas vão garantir a construção de seis UPAs e ampliação de 329 unidades básicas
O Estado do Pará receberá mais de R$ 42 milhões para investimentos na saúde. Cerca de 70% dos municípios paraenses serão contemplados com a ampliação de 329 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) – Ver Tabela Abaixo - e seis cidades do Estado (Alenquer, Altamira, Moju, Santana do Araguaia, São Miguel do Guamá e Uruará) receberão novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As unidades básicas servem para atendimentos de média complexidade, como, por exemplo, com vítimas de acidentes ou de problemas cardíacos. Já as UPAs contribuem para desafogar os setores que atendem às urgências médicas dos hospitais que compõem o Sistema Único de Saúde (SUS). O dinheiro aplicado é parte da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O anúncio foi feito ontem, pelo Ministério da Saúde.
Nas Unidades Básicas de Saúde os paraenses poderão receber atendimentos gratuitos nas áreas de pediatria, ginecologia, clínica geral, enfermagem, odontologia e serviços essenciais. Juntas, as Unidades Básicas de Saúde resolvem 80% dos problemas de saúde da população do Estado, de acordo com o Ministério da Saúde. A ampliação das UBSs será feita pelo programa "Saúde Mais Perto de Você", do governo federal.
As Unidades de Pronto Atendimento fazem parte da rede "Saúde Toda Hora", que está reorganizando o atendimento de urgência e emergência dos hospitais do SUS. A rede também possui o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu/192); as ambulâncias administram o atendimento e encaminham os pacientes ao serviço de saúde adequado.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os novos serviços representam o compromisso do governo com a população. "Estamos comprometidos em aumentar o acesso, com qualidade, dos cidadãos aos serviços do SUS", prometeu o ministro. As Unidades Básicas de Saúde e de Pronto Atendimento fazem parte das redes prioritárias do Ministério da Saúde, que têm o objetivo de diminuir o fluxo nas emergências e aumentar o acesso às assistências especializadas, de acordo com Padilha. Nas localidades em que estão em pleno atendimento, as unidades dão conta de atender, sem necessidade de encaminhamento ao pronto-socorro hospitalar, 97% dos pacientes que as procuram.
Fonte: miriquinho.com.br
Fonte: miriquinho.com.br
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