sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mova Pará forma turma de alfabetizadores em Santarém


Terminou nesta sexta-feira (27), na Escola Estadual Onésima Pereira de Barros, em Santarém, oeste do Pará, o curso de formação inicial Mova Pará Alfabetizado, iniciado segunda-feira (24) e destinado a 120 alfabetizadores dos municípios de Monte Alegre, Belterra e Santarém.

As ações do programa Pará Alfabetizado são desenvolvidas em parceria com o governo federal, com objetivo de capacitar educadores para que estes possam proporcionar aos jovens, adultos e idosos a oportunidade de aprendizagem da leitura e da escrita.

Durante a formação, os alfabetizadores tiveram acesso às informações sobre o idoso. A aula com duração de oito horas, ministrada pela técnica da Coordenação de Ações Educacionais Complementares (Caec) Walquíria Alves, repassou aos participantes informações sobre o Estatuto do Idoso, ações de enfrentamento à violência e atendimento à pessoa idosa. Tudo por conta da demanda de 90% do segmento, que frequenta as salas de aula do programa.

Fonte: Agência Pará

Adesão ao PAC 2 com o governo federal


O Pará assinou o  termo de adesão junto ao governo federal do Programa de Aceleração do crescimento – PAC 2. O PAC 2 prevê a ampliação do serviço da Cosanpa em todo o Estado e Santarém é um dos municípios beneficiados com o recurso do programa.

Entre as obras do PAC 2 está prevista a construção de novos poços e novas redes de distribuição de água no município, já o benefício previsto pelo PAC 1, que consiste na melhoria da qualidade da água no Pará, está sendo revisto pelo governo do Estado e deve ser retomado ainda neste ano.

A prefeita municipal de Santarém, Maria do Carmo, falou a respeito da situação do PAC I e a garantia dos recursos do PAC 2 para a cidade, e disse ainda que com a ampliação do serviço da Cosanpa a qualidade de vida da população santarena vai melhorar.

As obras do PAC 2 estão previstas para os anos de 2013 e 2014.

 
Fonte: radioruraldesantarem.com.br

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Divisão de Homicídios da Polícia Civil recebe técnicos da Senasp

Técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça, visitaram nesta quarta-feira (25) as instalações da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, para conhecer os avanços e o dia a dia dos policiais civis e peritos criminais na apuração de crimes de homicídio.

O assessor de Planejamento e Projetos Especiais, Gilson dos Santos, e o assessor de Gestão e Avaliação da Informação da Senasp, Marcelo Berdet, foram recebidos pelo diretor de Polícia Especializada, João Bosco Junior, e o diretor da Divisão de Homicídios, Gilvandro Furtado. Também estiveram no encontro o diretor do Instituto de Criminalística do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Antônio Castro; a delegada Ione Coelho, do Grupo Especial para Investigação de Crimes Múltiplos (Gecrim); e o técnico do Centro Estratégico Integrado (CEI), do Sistema de Segurança Pública, Pedro Brito.

À tarde, os técnicos visitaram as instalações da Divisão de Homicídios, como o setor de Identificação Criminal, as salas de peritos criminais, dos policiais de plantão e de confecção de retratos-falados e o cartório. Na divisão, os técnicos conheceram o banco de dados de imagens do setor de retrato-falado, que presta atendimento para todas as unidades policiais do Estado, por meio do serviço de perícia iconográfica, da Diretoria de Identificação da Polícia Civil.

Na sala de peritos, os técnicos conheceram a maleta usada em perícias de local de crime, conhecida como “Maleta CSI”. Nela, existem todos os equipamentos, ferramentas e materiais necessários ao procedimento pericial na cena de um crime. Trata-se de uma inovação adquirida pelo Sistema de Segurança Pública do Estado. Ao todo, o Estado adquiriu 60 maletas distribuídas nas unidades do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves na capital e unidades regionais do interior do Pará.

Formada pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas e pelo Serviço de Informações e Análises e Serviço de Levantamento de Local de Crime, a Divisão de Homicídios tem seis equipes, cada uma formada por cinco policiais civis, que atuam em sistema de plantão 24 horas. Os delegados mostraram que o setor faz o trabalho de mapeamento diário para controle dos registros de homicídios na Região Metropolitana de Belém.

Registros – “Quando detectamos um aumento desproporcional nos índices de crimes em determinados bairros, operações são planejadas para a área para redução das ocorrências”, explicou João Bosco, citando a operação “Eirene”, que congrega ações de incursão, saturação e fiscalização de estabelecimentos comerciais. Em função do trabalho, o Sistema de Segurança Pública registrou em 2011 em comparação com o ano anterior 30% de redução dos índices de homicídios no Estado.

“Os números estatísticos são acompanhados diariamente e as informações são repassadas à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup)”, detalhou o delegado. Segundo Gilvandro Furtado, o trabalho integrado entre polícia e peritos, que atuam no mesmo espaço, é fundamental para dinamizar a emissão dos laudos periciais.

O horário da equipe de peritos criminais foi adequado aos horários da Polícia Civil para que ambas as equipes possam atuar de forma conjunta para fazer a perícia no local do crime. Os delegados salientaram aos técnicos da Senasp que a equipe da Divisão de Homicídios toma o devido cuidado para preservar as testemunhas e evitar contato direto com suspeitos do crime detidos e apresentados na unidade policial.

Os técnicos da Senasp destacaram o modelo de gestão de resultados implementado pelo Sistema de Segurança Pública. “Nossa meta aqui é conhecer a realidade para que, conhecendo-a, possamos propor projetos que se adaptem à realidade do Estado”, explicou Gilson dos Santos. Para Gilvandro Furtado, é importante abrir os canais de acesso às informações com o governo federal e colocar à disposição dos técnicos os dados sobre a estrutura, efetivo e estatística, pois isso se reflete em melhorias para o serviço de investigações de crimes de homicídios.


Fonte: Agência Pará

Estado recebe recursos do PAC para prolongar Avenida João Paulo II


A presidenta Dilma Rousseff se reuniu autoridades em Brasília para divulgar a liberação de recursos do PAC Mobilidade, que contemplará 51 municípios.

O governo federal irá investir R$ 80 milhões em recursos da União para concluir o prolongamento da Avenida João Paulo II até a Rodovia Mário Covas. O repasse foi anunciado nesta terça-feira (24) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, durante a cerimônia de anúncio dos 51 municípios, em 18 Estados, contemplados com os investimentos de R$ 32 bilhões do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Mobilidade Grandes Cidades.

O PAC Mobilidade Urbana Grande Cidades investirá R$ 22 bilhões em 51 municípios brasileiros, valor que somado à contrapartida dos Estados atingirá o montante de R$ 32 bilhões, segundo o Ministério das Cidades. Esses recursos destinam-se à construção de linhas de metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus em cidades com mais de 700 mil habitantes, visto que o foco do projeto é o transporte de média e de alta capacidade.


 
Fonte:  Agência Pará

Miriquinho relata a ministro situação da pesca no Pará


O deputado Miriquinho Batista (PT-PA) reuniu-se  em audiência com o Ministro da Pesca Marcelo Crivella, na quarta-feira (24)  para contextualizar sobre a da Pesca no Estado do Pará.

Miriquinho relatou ao ministro que o término da construção dos entrepostos de Jacundá e de Belém, acabará com a exploração do pescador e vai melhorar a qualidade de vida daquele que trabalha diretamente com a pesca.

Miriquinho deu exemplo do mapará, que é um tipo de peixe produzido no Lago de Tucuruí. “Antigamente o pescador vendia o mapará por R$ R$ 0,70 (setenta centavos) para o atravessador. Este revendia por R$ 3,50 (três reais e cinquenta centavos). Atualmente tem uma empresa que vai até o Lago de Tucuruí, compra direto do pescador, paga R$ 1,20 (um real e vinte centavos) para o pescador e continua a revender pelos mesmos R$ 3,50, ou seja, o pescador saiu ganhando um pouco mais e o consumidor continua pagando o mesmo preço! O entreposto pesqueiro é de grande importância para oportunizar ao pescador a comercialização direta de seu produto”, disse.

Entreposto de Jacundá: O parlamentar ressaltou que falta pouco para que o entreposto de Jacundá funcione e dará um salto de qualidade na vida do pescador e do consumidor. Hoje, o pescador viaja 450 km (distância entre Jacundá e Belém) para comercializar seu produto. O que onera o custa da produção e diminui o ganho para o piscicultor.

Entreposto de Belém: Miriquinho convidou o Ministro para conhecer o Pará e acompanhar a lógica de distribuição no mercado Ver-O-Peso. Assim poderá ver a quantidade de barcos que ficam esperando até quatro dias para descarregar o pescado. Com a melhoria da infraestrutura este tempo poderia ser reduzido e o pescador voltar a produzir, voltar a pescar.

Miriquinho falou ao Ministro da Pesca sobre a luta que vem travando há cerca de quatro anos para mudar a espécie de criação, no Lago de Tucuruí, para o tambaqui. A maior produção no Lago é de mapará, que tem pouco valor comercial e nutricional.

Registro Geral da Pesca - O parlamentar disse ao Ministro Crivella que em sua concepção há um erro na origem do registro. Qualquer pessoa podia tirar a carteira de pescador. Miriquinho sugeriu um recadastramento no qual o pescador tivesse que responder questões referentes a lida com a pesca. Como ele pesca? Que tipo de peixe? Quais as formas que ele utiliza para pescar? Enfim, uma série de questões que somente o pescador de fato saberia responder. O deputado deu exemplo inclusive, do recadastramento feito no Sul e Sudeste do Pará, onde a Superintendência Regional da Pesca junto com as Colônias de pescadores conseguiram eliminar 40% dos ditos “pescadores” que não sabiam pescar e possuíam o RGP.

Miriquinho solicitou ao ministro a prorrogação por 15 dias para o repasse do seguro defeso aos pescadores da Região. A Resolução nº 687, do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo do Trabalhador), ampliou o prazo para outras Regiões até o dia 30 e os pescadores do arquipélago pedem isonomia.


Fonte: PT na Câmara

Divulgadas cidades que receberão obras do PAC Mobilidade Urbana


O Ministério das Cidades divulgou nesta quarta-feira (25) o resultado da seleção de propostas a serem apoiadas com recursos do PAC Mobilidade Urbana Grandes Cidades. Ao todo, a portaria publicada no "Diário Oficial da União" desta quarta inclui 22 municípios.

A presidente Dilma Rousseff anunciou na terça-feira (24) um investimento total de R$ 32 bilhões para 51 municípios de 18 estados incluídos no programa, que prevê construção de linhas de metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus em cidades com mais de 700 mil habitantes.

De acordo com a assessoria do Ministério das Cidades, o “Diário Oficial” divulgou apenas 22 municípios porque são esses que receberão maior parte das obras devido à ‘abrangência de região metropolitana’ dos 22. As obras passarão pelos 51 municípios.

O PAC Mobilidade Urbana prevê construção de 600 quilômetros de corredores de ônibus, 380 estações e terminais, 200 quilômetros de linhas de metrô e compra de mais de mil veículos sobre trilhos. Os empreendimentos vão beneficiar, segundo o Ministério das Cidades, 53 milhões de pessoas.
 
De acordo com a portaria, os beneficiados terão prazo de até 18 meses para a entrega dos projetos finalizados. Se não atenderem ao prazo, serão excluídos do programa.

Segundo o documento, os municípios integrantes do grupo 1 são: Salvador, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.

No grupo 2 estão Manaus, Goiânia, São Luis, Belém, Campinas (SP) e Guarulhos (SP).

No grupo 3 estão Maceió, Campo Grande, João Pessoa, Teresina, Nova Iguaçu, Natal e São Bernardo do Campo (SP).

Os municípios contemplados terão, a partir da data da publicação no "Diário Oficial da União". Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro já tiveram investimentos nessa área anunciados anteriormente.


Fonte: Portal G1

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pará garante recursos para obras no sistema viário da RMB

O Pará foi um dos 18 estados incluídos no programa PAC Mobilidade Urbana Grande Cidades, anunciado na manhã desta terça-feira, 24, em Brasília, pela presidenta Dilma Rousseff, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Pelo projeto, o governo paraense será contemplado com R$ 214 milhões em recursos para a conclusão do prolongamento da Avenida João Paulo II.

No total, o programa PAC Mobilidade Urbana Grande Cidades investirá R$ 22 bilhões em 51 municípios brasileiros, valor que somado à contrapartida dos estados atingirá o montante de R$ 32 bilhões, segundo o Ministério das Cidades. Esses recursos destinam-se à construção de linhas de metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus em cidades com mais de 700 mil habitantes, visto que o foco do projeto é o transporte de média e de alta capacidade.

Ação Metrópole - A primeira etapa do Projeto Ação Metrópole foi finalizada com a construção da Avenida Centenário Assembleia de Deus e do elevado Gunnar Vingren. A segunda fase contempla a implantação do prolongamento da Avenida João Paulo II, no trecho compreendido entre a passagem Mariano e a Rodovia Mário Covas, numa extensão de 3.800 metros, que servirá como rota opcional de entrada e saída da capital paraense.

Hoje, Belém conta com um único corredor viário que garante esse fluxo: a rodovia BR-316.  A terceira fase do projeto contempla a implantação do Sistema BRT (Bus Rapid Transit), no perímetro que vai da BR-316 até o Entroncamento.

Fonte: Agência Pará

Petistas elogiam PAC da Mobilidade Urbana



Parlamentares da bancada do PT elogiaram, em plenário, o anúncio feito hoje (24) pela presidenta Dilma Rousseff de investimentos da ordem de R$ 32 bilhões em 18 estados incluídos no programa PAC Mobilidade Urbana Grande Cidades.

Os recursos serão utilizados para projetos de metrô, veículo leve sobre trilho (VLT) e corredores de ônibus que irão beneficiar moradores de cidades com mais de 700 mil habitantes.

Para a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) a iniciativa é importante. “Entendo ser fundamental para as pessoas que moram longe do trabalho um transporte decente, limpo, rápido e eficiente. O Rio de Janeiro promete uma revolução na mobilidade urbana e, portanto, que também seja exemplo de planejamento para outras cidades do Brasil e para a América Latina”, disse.

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) classificou como “uma grande ação” do governo Dilma o lançamento do PAC Mobilidade Urbana.  “Recife,  capital do nosso estado, vai receber investimentos para ampliação das radiais e dos corredores importantes. Recife, como todas as cidades do País, sofre muito com o problema dos engarrafamentos”, disse.

O deputado Zé Geraldo (PT-PA) conclamou todos os moradores de Belém, capital do Pará, a acompanhar cada passo do processo de execução do empreendimento. “Esse programa destina recursos para a implantação de sistema de transporte coletivo nas grandes cidades brasileiras. O programa prevê a qualificação da infraestrutura urbana para garantir a acessibilidade, qualidade e conforto aos usuários do transporte público”.

Alcance - No total, o PAC Mobilidade Urbana vai beneficiar 51 municípios em 18 estados e o alcance previsto é 53 milhões de brasileiros. A lista com as cidades que vão receber recursos está no site do Ministério das Cidades - www.cidades.gov.br.

Fonte: PT na Câmara

Governo destina R$ 32 bilhões para PAC Mobilidade Urbana em 18 estados

A presidente Dilma Rousseff anunciou hoje (24) os projetos selecionados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a área de mobilidade urbana nas grandes cidades. Ela defendeu a necessidade de ampliar os investimentos na construção de metrôs para dar mais agilidade e conforto aos usuários do transporte urbano.

“O Brasil tem que investir em metrô. Antes, as cidades não tinha condições de fazer isso porque era muito caro. Hoje, os governadores têm enorme dificuldade para construir metrôs com a cidade funcionando. É um duplo desafio”, disse a presidenta. "Além disso, temos que olhar pelo lado sustentável, garantir menos tempo de vida a ser perdido pelas pessoas em um transporte de menor custo e de melhor adequação ao meio ambiente”.

Ao apresentar o que chamou de “matemática humana do projeto”, o ministro das Cidades, Agnaldo Ribeiro, reiterou que os canteiros de obras ligados a essa vertente do PAC vão gerar milhares de empregos. “Mas, além do novo traçado urbano, vamos deixar um legado muito importante se considerarmos  que hoje os brasileiros ficam quatro horas por dia no trajeto casa-trabalho”.

“Em muitas situações será possível fazer esse mesmo trajeto em apenas uma hora”, acrescentou o ministro. “Isso significa que, na vida, serão três anos que deixarão de ser desperdiçados. Tempo livre que poderá ser dedicado a descanso, estudo e para ficar com os seus”, completou.

O PAC Mobilidade Urbana vai destinar R$ 32 bilhões –  dos quais R$ 22 bilhões têm como origem recursos do governo federal – para projetos de metrô, veículo leve sobre trilho (VLT) e corredores de ônibus que beneficiam moradores de cidades com mais de 700 mil habitantes.

Entre as obras previstas estão a construção de mais de 600 quilômetros (km) de corredores exclusivos para ônibus, pelo menos 380 estações e terminais para esse tipo de transporte, além de 200 km de linhas de metrô e da aquisição de mais de 1.000 veículos sobre trilhos.

No total, serão beneficiados 51 municípios em 18 estados. Com isso, o alcance previsto pelo governo federal é 53 milhões de brasileiros. O prazo para a entrega dos projetos finalizados por estados e municípios é 18 meses a partir da publicação da seleção das propostas no Diário Oficial da União.


Fontes: Agência Brasil e Jornal do Brasil

Governo distribui R$ 22 bi do PAC da mobilidade entre 18 Estados







Dilma Rousseff fala na cerimônia de anúncio de
investimentos do PAC Mobilidade Grandes Cidades
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil


A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira os municípios e Estados que receberão recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para obras de mobilidade urbana. O volume de investimentos será de R$ 22 bilhões em recursos do Orçamento Geral da União. O programa atenderá municípios com mais de 700 mil habitantes em 18 Estados. Os governos estatuais e municipais terão de fazer investimentos em contrapartida, um volume de recursos que deverá chegar a R$ 32 bilhões.

As cidades contempladas são Belém (PA); Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Campinas (SP); Campo Grande (MS); Curitiba (PR); Fortaleza (CE); Goiânia (GO); Guarulhos (SP); João Pessoa (PB); Maceió (AL); Manaus (AM) ; Natal (RN); Nova Iguaçu (RJ); Porto Alegre (RS); Recife (PE); Rio de Janeiro (RJ); Salvador (BA); São Bernardo do Campo (SP); São Luís (MA); São Paulo (SP) e Teresina (PI).

 "É uma iniciativa nova que começou no governo do presidente Lula e nós agora expandimos o investimento do governo federal em parceria com Estados e municípios na área de sustentabilidade urbana no País - principalmente nas grandes cidades", afirmou. A intenção é de fato beneficiar a população dessas grandes cidades, segundo a presidente. Dilma destacou a importância do transporte coletivo de qualidade como "pré-condição" para que a população faça uso no cotidiano. "São 53 milhões de brasileiros que vivem e transitam de casa para o trabalho, de casa para o lazer, de casa para sua atividade escolar. (...) Jovens crianças e adultos utilizam o transporte"

"Uma das grandes contribuições do PAC mobilidade urbana e do PAC em geral foi que aprendemos a atuar em parceria de forma verdadeiramente republicana", disse a presidente, acrescentando que não olha a posição política de prefeitos e governadores. A plateia de hoje conta, por exemplo, com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que foi rival do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2006. "Quem sabe mais da realidade local do que governadores e prefeitos?", indagou a presidente, ressaltando a importância dos governos locais.

Os investimentos contemplarão obras como linhas de metrô, veículo leve sobre trilhos (VLT) e corredores exclusivos para ônibus. Antes do anúncio de hoje, o governo já havia investido em mobilidade urbana em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro.

Fonte: Portal Terra

Evento discute ações contra aids nas áreas indígenas


Oficina debate como ampliar medidas de prevenção, diagnóstico e assistência a pessoas com DSTs, aids e hepatite, envolvendo estados e municípios que possuem população indígena.

O fortalecimento das ações de prevenção e controle das DST, aids e hepatites na população indígena o tema principal da 1ª Oficina Macrorregional de Avaliação e Planejamento para reorganização das redes de atenção para povos indígenas.  O evento começou nesta segunda-feira (23), em Belém (PA), e termina dia 26 (quinta-feira). O encontro é promovido pelas Secretarias de Vigilância em Saúde e Especial de Saúde Indígena, ambas do Ministério da Saúde, e reúne mais de 70 participantes, entre profissionais dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Guamá-Tocantins, Kaiapó do Pará, Altamira, Tapajós, Amapá/Norte do Pará e Tocantins e Casas de Saúde Indígena (CASAI) desses DSEI e lideranças indígenas. Participam, ainda, representantes das Secretarias Estaduais de Saúde do Pará, Amapá e Tocantins, secretarias de saúde de municípios desses estados que possuem população indígena na sua jurisdição, além de representantes dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública e Laboratórios de Fronteiras.

Durante o evento, os profissionais discutirão como ampliar as ações de prevenção, diagnóstico, assistência, promoção à saúde e vigilância epidemiológica das DST, aids e hepatites virais para cada um dos 34 DSEIs do país. O objetivo desta atividade é ampliar a articulação da rede de saúde indígena com a rede já instalada dos Estados e de Municípios. De acordo com o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Souza, a oficina faz parte de uma série de iniciativas relacionadas à promoção à saúde desses povos. “Os índios são mais vulneráveis às DST, ao HIV/aids e às hepatites virais do que outras populações, em função da alimentação compartilhada, de alguns rituais, poligamia, iniciação sexual precoce, contatos interétnicos com garimpeiros, entre outros”, destacou.

Dados do Ministério da Saúde apontam um crescimento, em dez anos, de 1.284% dos casos de aids nessa população. Enquanto no ano 2000 foram registrados 63 casos, em 2010, o número de casos acumulados saltou para 872. “O aumento pode estar relacionado à ampliação do acesso ao diagnóstico e também ao relacionamento maior de índios com não índios de forma desprotegida, além das questões culturais”, destacou o secretário.

Além dessa oficina em Belém, serão realizadas outras duas. A próxima oficina será no final de maio, em Campo Grande, e vai reunir os DSEIs Xingu, Araguaia, Cuiabá, Kaiapó do Mato Grosso, Xavante e Mato Grosso do Sul. A outra será no final de junho, em Manaus, local com a maior população indígena do país, e vai reunir os DSEIs Alto Rio Solimões, Alto Rio Negro, Vale do Javari, Médio Solimões, Médio Purus, Manaus, Parintins, Leste Roraima e Yanomami.


Fonte: Ministério da Saúde

sábado, 21 de abril de 2012

Governo federal investe R$ 1 mi na rede de esgoto de Paragominas


Foram assinados ontem contratos que autorizam as obras do Programa de Aceleração do Crescimento, 2ª etapa (PAC2), do esgotamento sanitário e ampliação do abastecimento de água no município. Até pouco tempo, a cidade não tinha nenhum domicílio com água tratada e o investimento em abastecimento de água era quase zero.

No total, serão R$ 1,7 milhão em investimentos, dos quais R$ 500 mil da Prefeitura Municipal de Paragominas (PMP). Para a ampliação da rede, também está prevista a construção de um reservatório apoiado com a capacidade de armazenar 2,5 milhões de litros de água, cerca de 46 quilômetros de rede e 5 km de adutora, que vai atender mais 4.300 famílias. De acordo com a Prefeitura, a licitação deve ser concluída em junho deste ano e, no máximo em julho, a obra deve começar. Cerca de 90% da cidade terá abastecimento de água tratada.
 

Fonte: O Liberal

quinta-feira, 19 de abril de 2012

PAC2: serviço de saneamento ampliado em Santarém, Ananindeua e outros municípios


Na manhã desta segunda-feira (16) foram firmados convênios e um contrato de financiamento da Caixa referentes à ampliação do serviço de abastecimento de água e realização de serviços de saneamento, referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, que irão beneficiar sete municípios do Estado e Região Metropolitana.
Os municípios de Santarém, Ananindeua, Marituba, Breves, Marabá e Monte Alegre, constam no convênio destinado a obras de saneamento, totalizando recursos no valor de R$ 113,2 milhões. Já os municípios da Região Metropolitana, Castanhal, Alenquer e Moju foram inseridos no contrato de financiamento entre os Governos do Estado e Federal, totalizando R$ 244,6 milhões em investimento.

O município de Ananindeua terá um aumento de 17% no número de ligações domiciliares de água, passando a ter 60% de seu território atendido pela companhia. A população atendida passará de 168.061 mil para 196.394 mil habitantes. O superintendente da Caixa Econômica no Pará, Evandro de Lima, garante que a assinatura de hoje foi um grande passo para melhorar a qualidade de vida das famílias de cada município contemplado. “Esses investimento visam melhorar a captação de água para várias famílias e municípios. Nós vamos trabalhar na melhoria e na ampliação do sistema de abastecimento de água”, afirmou.

 
Fonte: www.ananindeua.pa.gov.br

Deputados do Pará fazem reivindicações a Mercadante


Os deputados Miriquinho Batista (PT-PA), Claudio Puty (PT-PA) e Beto Faro (PT-PA) participaram de audiência com ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que despachou na Liderança do Governo na Câmara Federal, na tarde da última quarta-feira  (18).

Os deputados solicitaram ao ministro sua visita ao Estado e reivindicaram melhoria e ampliação da interiorização da universidade federal.

Participaram também da reunião a deputada estadual Bernadete Tem Caten; os deputados estaduais  Airton Faleiro e José Maria, o presidente do PT do Pará João Batista e o vice-reitor Clodoaldo dos Santos.

 
Fonte: PT na Câmara

quarta-feira, 18 de abril de 2012

População de 10 municípios é beneficiada com saneamento


A população do Pará ganhará mais qualidade de vida com as obras de saneamento que o Governo do Estado irá realizar a partir deste ano em vários municípios da Região Metropolitana de Belém e no interior do Estado. Nesta segunda-feira, 16, foram assinados convênios e um contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal, garantindo recursos na ordem de R$ 360 milhões, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 e do próprio tesouro estadual. Os recursos serão gerenciados pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), que será a responsável pelas obras.

A assinatura aconteceu no Centro de Convenções e Feiras da Amazônia - Hangar, em Belém, na presença de prefeitos e representantes de municípios de todas as regiões paraenses, além de secretários e outras autoridades do governo estadual.

Foram assinados primeiro os convênios para as obras de saneamento nos municípios de Santarém, Ananindeua, Marituba, Breves, Marabá e Monte Alegre, totalizando recursos no valor de R$ 113,2 milhões. Em seguida, foi firmado contrato de financiamento entre o Governo do Estado e o Governo Federal, que investe R$ 202,9 milhões para obras em Belém e Região Metropolitana, Castanhal, Alenquer e Moju.

Fonte: Agência Pará

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pará recebe R$ 360 mi para saneamento


Na manhã desta segunda-feira, 16, forma assinados convênios e um contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal, garantindo recursos na ordem de R$ 360 milhões, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. Os recursos serão gerenciados pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), que será a responsável pelas obras de saneamento em 11 municípios paraenses.

Os primeiros convênios são para as obras de saneamento nos municípios de Santarém, Ananindeua, Marituba, Breves, Marabá e Monte Alegre, totalizando recursos no valor de R$ 113,2 milhões. Em seguida, foi firmado contrato de financiamento entre o Governo do Estado, que investe R$ 41,7 milhões, e o Governo Federal, com R$ 202,9 milhões, para obras em Belém e Região Metropolitana, Castanhal, Alenquer e Moju.

 
Fonte: Agência Pará
 

 

Minha Casa Minha Vida levará 107 mil casas a 2.582 cidades, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff disse durante seu programa de rádio “Café com a Presidenta”, na manhã desta segunda-feira (16), que o governo federal vai investir R$ 2,8 bilhões na construção de 107 mil moradias para famílias com renda mensal de até R$ 1.600,00 que vivem em pequenos municípios brasileiros. Nessa etapa, segundo ela, 2.582 municípios com menos de 50 mil habitantes serão beneficiados pelo programa Minha Casa Minha Vida 2.

De acordo com Dilma, o programa vai atender principalmente o Norte e o Nordeste do país. “O Minha Casa Minha Vida é um programa importantíssimo do governo federal, porque investe na qualidade de vida das famílias. Nessa nova etapa, vamos construir 107 mil casas nas cidades pequenas do país, com até 50 mil habitantes. As casas vão ser construídas em mais de 2.500 municípios, principalmente do Norte e do Nordeste, onde vivem as famílias mais pobres”.

Dilma afirmou que até 2014, o governo vai construir 2,4 milhões de moradias. “Faz parte do Minha Casa Minha Vida, Fase 2, que vai construir 2,4 milhões de moradias até 2014. Acabamos de aumentar a meta, que era de 2 milhões de residências, porque queremos dar ainda mais oportunidades para que mais famílias possam ter sua casa própria”.

A presidente explicou como vai funcionar o programa. “Vamos investir R$ 2,8 bilhões. Para cada casa, o governo federal vai entrar com R$ 25 mil. E, além disso, a família não terá de pagar mais nada. Se a casa custar mais do que os R$ 25 mil, o que for investido pela prefeitura poderá ser cobrado. Mas a prestação não pode passar de 5% da renda familiar. Se uma pessoa ganha R$ 1.000,00, por exemplo, ela vai ter de pagar até R$ 50,00”.


Fonte: Portal G1

terça-feira, 10 de abril de 2012

Belém tem 46% da população com excesso de peso


Percentual da população acima do peso e de obesos aumentou desde 2006. O desafio do Ministério da Saúde é estacionar a tendência de crescimento.

O excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos no Brasil, é o que aponta a última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), divulgado nesta terça-feira (10), pelo ministro Alexandre Padilha. Em Belém (PA), o percentual de obesos se manteve em 13% no ano de 2011. Com relação ao excesso de peso, os números passaram de 39,5% para 46%.

De acordo com o estudo, a proporção de pessoas acima do peso no Brasil avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.  Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o resultado desse levantamento mostra que é necessário continuar investindo em ações preventivas, sobretudo aos mais jovens. “Com o resultado desse levantamento nós conseguimos resultados que permitem aprimorar nossas políticas públicas, que são essenciais para prevenir uma geração de pessoas com excesso de peso”, disse.

Entre os homens paraenses, houve queda com relação a obesidade. Em 2006, 17,1% dos homens estavam obesos e em 2011, este número diminuiu para 14,9%. Entre as mulheres, o número teve pequena variação de 8,9% para 11,6%, em 2011. Já o percentual de homens com excesso de peso passou de 47,8% para 50,3%, em 2011, e entre as mulheres o número foi de 30,9% para 41,2% em seis anos.

A pesquisa Vigitel 2011 é promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo. O estudo retrata os hábitos da população brasileira e é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde preventiva.  Foram entrevistados 54 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal, entre janeiro e dezembro de 2011.

Os altos percentuais podem ser explicados pelo estilo de vida comum à grande parcela da população que vive nas capitais do país, que alia estresse, falta de exercício físico e má alimentação.

A coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, relaciona os dados com o período em que a pessoa está ingressando no mercado de trabalho e consolidando sua carreira profissional. “Uma boa parcela da população não consegue organizar o tempo para manter a prática de atividades física e, com a má alimentação, o indivíduo ganha peso com mais velocidade”, explica a coordenadora.

Combate à obesidade – A obesidade é um forte fator de risco para saúde e tem forte relação com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. Pessoas obesas também têm mais chance de sofrer com doenças cardiovasculares, principalmente isquêmicas (infarto, trombose, embolia e arteriosclerose), além de problemas ortopédicos, asma, apneia do sono, alguns tipos de câncer, esteatose hepática e distúrbios psicológicos

Um dos objetivos do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), lançado em 2011, é parar o crescimento da proporção de adultos brasileiros com excesso de peso ou com obesidade. Para enfrentar este desafio, que começa na mesa, o Ministério da Saúde tem investido em promoção de hábitos saudáveis e firmado parcerias com o setor privado e com outras pastas do governo.

O consumo excessivo de sal, por exemplo, é apontado como fator de risco para a hipertensão arterial.  Para diminuir o consumo de sódio entre a população, o Ministério da Saúde firmou acordo voluntário com a indústria alimentícia que prevê a diminuição, gradual, do uso do sódio em 16 categorias de alimentos.

As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016. O pão francês, as massas instantâneas e a maionese são alguns dos alimentos que vão sofrer redução de sal.

Fonte: Ministério da Saúde

Obras do PAC avançam em Santarém


Veja algumas imagens das obras que estão em andamento nos bairros do Uruará e Mapiri, em Santarém.




Fotos: O Impacto

Obras do PAC em andamento em Santarém

O grupo de casas que começou a ser erguido no final do ano passado, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), nos bairros Mapiri e Uruará, está em fase final de construção. A estrutura em alvenaria está pronta e as casas recebem cobertura e revestimentos internos e externos. São 65 casas levantadas no Uruará e 39 no Mapiri.

No Mapiri as moradias são erguidas em uma área aterrada no final da Avenida Borges Leal.

Já no bairro Uruará, as casas foram levantadas em uma área localizada no cruzamento da Rua Uruará com a Avenida Maicá.

A previsão da empresa responsável pela obra é de que até o final deste semestre essas residências já estejam prontas para serem entregues pela Prefeitura de Santarém à população. Há ainda mais 46 casas no bairro Uruará, construídas no início da obra, que foram ocupadas indevidamente sem estarem concluídas. A equipe social do PAC/Prefeitura de Santarém já conversou com esses ocupantes e as casas devem ser finalizadas e entregues em boas condições de moradia. Para conclusão das residências ainda faltam as instalações hidráulicas e elétricas.

Além dos serviços de urbanização e moradia, o PAC nos bairros Mapiri e Uruará compreendem ainda empreendimentos de esgotamento sanitário. São construídas duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) no Mapiri e Uruará. Desta forma, Santarém será um dos poucos municípios da região Norte a ter saneamento com rede de esgoto e tratamento dos dejetos.

A ETE Mapiri está com a construção mais avançada. A obra entrou na última etapa para conclusão da Estação Elevatória, a estrutura que irá bombear o esgoto para o tanque de tratamento, chamado reator UBOX. No Uruará foi concluída a base dos tanques e a fase atual é de trabalho na estrutura da Estação Elevatória. Os equipamentos do reator UBOX já estão em Santarém para serem montados.

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Mapiri terá capacidade para receber dejetos produzidos por 50 mil habitantes. A rede irá beneficiar moradores dos bairros Mapiri, Jardim Santarém, Aeroporto Velho, Caranazal e Aparecida. A do Uruará terá capacidade para tratar esgoto produzido por 25 mil habitantes.

Segundo informações do Secretário Municipal de Infraestrutura (SEMINF), Inácio Correa, ainda este semestre começará a ligação das casas à rede de esgoto. “Este trabalho deve ser finalizado em julho quando a Estação começará a funcionar em fase de testes. Com as Estações de Tratamento funcionando, o município dará um grande passo, principalmente na área ambiental”, afirmou.


Fonte: O Impacto

Ministro afirma que o Pará está preparado para enfrentar as cheias


O Estado do Pará está preparado para enfrentar as cheias que ocorrem nesta época do ano. A afirmação foi feita pelo ministro em exercício da Integração Nacional, Alexandre Navarro, na manhã desta terça-feira, 10.
Acompanhado do secretário nacional de Defesa Civil, Humberto de Azevedo Viana Filho, o ministro - a pedido da presidente Dilma Rousseff - está percorrendo todos os estados brasileiros para saber como as equipes da Defesa Civil estão se preparando para o enfrentamento das enchentes. “Podemos afirmar que o Pará está mais preparado do que muitos estados do país. Saímos daqui com tranquilidade, pois percebemos que a equipe está unida e qualificada. No ano passado mais de mil pessoas morreram em todo o Brasil por conta das enchentes. Neste ano, no mesmo período, o numero de óbitos não chegou a 200. Isto mostra que o trabalho está dando certo e as equipes estão cada vez mais preparadas. Comprovamos esta situação aqui no Pará”, afirmou o ministro em exercício.

Dados da Defesa Civil do Pará mostram que 635 famílias já foram afetadas pelas enchentes e atualmente existem 17 municípios em estado de alerta, sendo os 14 da região do Baixo Amazonas e os municípios de Trairão, Marabá e Tucuruí. Nos municípios onde as cheias já começaram a causar problemas, a Defesa Civil do Estado conta com Salas de Situações, onde as enchentes são monitoradas diariamente, através de uma parceria com o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

Atualmente, o estado apresenta apenas um município em situação de emergência, que é Santana do Araguaia, na região sudeste do Pará, decretada por conta das estradas vicinais que estão danificadas e se tornando intrafegáveis em decorrência das fortes chuvas.
Dos 144 municípios paraenses, a Defesa Civil possui coordenadorias em 88 e atende, por ano, 34 mil famílias. Nas cheias deste ano, a previsão é que o órgão atenda em média 4 mil pessoas. A Defesa Civil do Pará trabalha em articulação com os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa Civil, que utiliza como ferramenta gerencial o “Sistema Regional de Manejo de Incidentes”, para prevenir as enchentes.

Atualmente a região do Baixo Amazonas é a que mais causa preocupação para a Defesa Civil. O Rio Tapajós, por exemplo, já apresenta um nível elevado de 7.66 e pode chegar a marca de 7.91, até o início do mês de junho. Já o rio Amazonas está com um nível de 7.82 e a previsão é que chegue a 8.20 no final do mês de maio.

Fonte: Agência Pará

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Deputado Miriquinho fala sobre piso tátil e programas do governo federal no Pará


Deputado Miriquinho Batista (PT/PA) defende implantação de piso tátil para atender deficientes visuais.

Em entrevista ao Portal do PT, o deputado federal Miriquinho Batista (PT/PA) destacou propostas e projetos de lei de sua atuação parlamentar. Entre eles, a instalação do “Piso tátil” nas grandes cidades do país. Segundo Miriquinho, a proposta é fruto da pesquisa de uma deficiente visual que, a partir da própria dificuldade de se movimentar nos centros urbanos, apresentou a ideia, “O nosso projeto de indicação prevê a implementação do piso tátil para dar condições de mobilidade aos deficientes visuais”, afirmou.” É uma grande iniciativa e uma pesquisa brilhante”, ressaltou.

 O deputado comentou também as ações do governo federal de combate à pobreza no Pará, que tem um baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Segundo Miriquinho, programas como o Brasil Sem Miséria, Luz para Todos, Bolsa Verde já apresentam resultados concretos.

 Miriquinho falou ainda sobre a atuação dos madeireiros e o processo de desmatamento no Pará. Ele destacou o aumento da fiscalização do poder público para impedir o avanço do desmatamento sobre as matas nativas em seu estado.




Fonte: Fabrícia Neves, Jamila Gontijo e Ricardo Weg – Portal do PT

Pará - Combate à pobreza e aumento da fiscalização em defesa das matas no estado


O deputado Miriquinho Batista (PT-PA) fala sobre projeto "Piso tátil" para atender deficientes visuais em várias cidades e aproveita para comentar sobre as ações do governo federal de combate à pobreza no Pará. Miriquinho também destaca o aumento da fiscalização do poder público para impedir o avanço do desmatamento sobre as matas nativas em seu estado.

Miséria e desmatamento diminuem no Pará

Deputado Miriquinho Batista (PT/PA) defende implantação de piso tátil para atender deficientes visuais

Em entrevista ao Portal do PT, o deputado federal Miriquinho Batista (PT/PA) destacou propostas e projetos de lei de sua atuação parlamentar. Entre eles, a instalação do “Piso tátil” nas grandes cidades do país. Segundo Miriquinho, a proposta é fruto da pesquisa de uma deficiente visual que, a partir da própria dificuldade de se movimentar nos centros urbanos, apresentou a ideia, “O nosso projeto de indicação prevê a implementação do piso tátil para dar condições de mobilidade aos deficientes visuais”, afirmou.” É uma grande iniciativa e uma pesquisa brilhante”, ressaltou.

O deputado comentou também as ações do governo federal de combate à pobreza no Pará, que tem um baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Segundo Miriquinho, programas como o Brasil Sem Miséria, Luz para Todos, Bolsa Verde já apresentam resultados concretos.

Miriquinho falou ainda sobre a atuação dos madeireiros e o processo de desmatamento no Pará. Ele destacou o aumento da fiscalização do poder público para impedir o avanço do desmatamento sobre as matas nativas em seu estado.

Fonte: Portal do PT

Miriquinho fala sobre piso tátil, combate à pobreza no Pará e fiscalização no estado

Deputado Miriquinho Batista (PT/PA) defende implantação de piso tátil para atender deficientes visuais e fala sobre as ações governo federal de combate à pobreza no Pará, que tem um baixo Índice de Desenvolvimento Humano. Segundo Miriquinho, programas como o Brasil Sem Miséria, Luz para Todos, Bolsa Verde já apresentam resultados concretos.
Miriquinho falou ainda sobre a atuação dos madeireiros e o processo de desmatamento no Pará. Ele destacou o aumento da fiscalização do poder público para impedir o avanço do desmatamento sobre as matas nativas em seu estado.

 

Fonte: Portal do PT Nacional


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Programa prevê R$ 2,1 milhões para estados do Norte


Portaria libera recursos para a construção de 14 polos da Academia da Saúde em três estados da região.

O Ministério da Saúde liberou R$ 2,1 milhões para a construção de 14 polos em 13 municípios do Amazonas, Pará e Rondônia. A Portaria 606, que habilita a construção de 101 polos em 20 estados e no Distrito Federal, foi publicada nesta quarta-feira (4) no Diário Oficial da União (DOU), totalizando R$ 14,3 milhões em investimentos. Com essas, já são 2.007 academias no Brasil, financiadas pelo Ministério, habilitadas para construção. A partir da habilitação, o município passar a receber incentivos que podem variar entre R$ 80 mil (para porte básico), R$ 100 mil (para porte intermediário) e R$ 180 mil (para porte ampliado). A meta é que sejam habilitadas 4 mil academias até 2014.

Os valores garantidos pelo governo federal serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais de saúde. A partir das habilitações (por meio da Portaria 2.912), cada município contemplado passa a receber 20% do valor total previsto para a totalidade do projeto, cujas obras devem ser finalizadas em até 24 meses. Para receber as outras parcelas de recursos, o gestor municipal deverá apresentar os documentos solicitados pelo Ministério da Saúde, comprovando a conclusão das etapas da obra.

“A população brasileira está vivendo mais, mas é preciso viver melhor”, afirma o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães que esteve em solenidade do Dia Mundial da Saúde (data oficial dia 7 de abril), no Distrito Federal, nesta quarta-feira, dia 4, para o anúncio da liberação das verbas. “No dia da Saúde, aproveitamos para lembrar à população da importância da atividade física, principalmente entre os idosos, para ressaltar que é possível envelhecer com saúde”, acrescenta.

“As Academias da Saúde são extremamente importantes no combate às Doenças Crônicas Não Transmissíveis – responsáveis por 72% das mortes no Brasil” alerta o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Ele lembra que a proposta do programa é incentivar a prática de atividade física o que ajuda a controlar e prevenir doenças como hipertensão e diabetes e seus fatores de risco como a obesidade e o sedentarismo.

O programa – Lançado em abril do ano passado, o Programa Academia da Saúde estimula a criação de espaços adequados para a prática de atividade física, orientação nutricional, oficinas de artes cênicas, dança, palestras e demais atividades que promovam modos de vida saudáveis. O objetivo é estimular a promoção da saúde como também a prevenção e redução de mortes prematuras por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), previstas no Plano de Ações Estratégicas para Enfretamento das DCNTs, com metas até 2022, a partir da melhoria de indicadores relacionados ao tabagismo, álcool, alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade.

Além dessas novas habilitações, outros 154 polos, que já funcionavam com estruturas semelhantes em 95 municípios, também foram incorporados ao Programa Academia da Saúde.

Custeio – Após finalizada a construção do polo da Academia da Saúde, os municípios que possuam Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), deverão solicitar recurso de R$ 3 mil mensais, que será repassado fundo a fundo, de forma regular e continuada. Se não possuir um NASF, ao solicitar, o município receberá uma única parcela anual de R$ 36 mil. Isso já vale para os municípios que tinham estruturas semelhantes às Academias da Saúde e que passaram a integrar o Programa.

Os incentivos de custeio destinam-se ao pagamento das despesas correntes como capacitação, pagamento de profissionais e aquisição de material de consumo.

Para cada polo do Programa Academia da Saúde será obrigatório o cadastramento de profissionais de saúde de nível superior na quantidade mínima de um profissional com carga horária semanal de 40 horas ou dois profissionais com carga horária mínima individual de 20 horas semanais.

Relação dos municípios e valores correspondentes

AM
 NOVA OLINDA DO NORTE
 180.000,00
 
PA
 ANANINDEUA
 180.000,00
 
PA
 ANANINDEUA
 180.000,00
 
PA
 ANAPU
 100.000,00
 
PA
 CASTANHAL
 180.000,00
 
PA
 GARRAFAO DO NORTE
 80.000,00
 
PA
 GURUPA
 180.000,00
 
PA
 IRITUIA
 80.000,00
 
PA
 NOVA ESPERANCA DO PIRIA
 180.000,00
 
PA
 REDENCAO
 180.000,00
 
PA
 SAO JOAO DE PIRABAS
 180.000,00
 
RO
 ARIQUEMES
 180.000,00
 
RO
 SERINGUEIRAS
 100.000,00
 
TO
 GUARAI
 180.000,00
 
TOTAL
  R$ 2.160.000
 

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Belém: representante da União conhece projeto Ação Metrópole e o percurso do BRT


O sistema BRT deve agilizar o trânsito
Créditos: Divulgação
A representante do governo federal conheceu todo o percurso, junto com as equipes do governo do Estado e da Prefeitura de Belém, nos trajetos do Ver-o-Peso até o município de Marituba, onde será implantado o Terminal de Integração, e a Rodovia Augusto Montenegro até a orla de Icoaraci, onde será construído o Terminal Intermodal.

“Estamos em Belém para avaliar o projeto de mobilidade urbana da capital e definir a participação deste no PAC Mobilidade, o Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal”, informou Luiza Gomide, ressaltando que a lista das cidades escolhidas para receber os recursos do PAC será divulgada em abril. Ela explicou que o próximo passo será o encaminhamento dos projetos do Estado e da Prefeitura para o Ministério das Cidades, já com os ajustes acordados entre as partes.


 
Fontes: Agência Pará e mobilize.org.br