sábado, 21 de maio de 2011

Obras com recursos do PAC devem beneficiar mais de 2,5 milhões de pessoas no Pará


Mais de 2,5 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas, até 2012, por obras executadas pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), com o apoio de 54 financiamentos liberados pela Caixa Econômica Federal (CEF). As obras vão melhorar e ampliar o sistema de abastecimento de água na Região Metropolitana de Belém e mais nove municípios do interior do Estado.

Para o segundo semestre, a Cosanpa já apresentou à Caixa Econômica 12 projetos, incluídos no PAC II, que atenderão os municípios de Belém, Altamira, Castanhal, Santarém, Breves, Marabá, Monte Alegre, Castanhal, Alenquer e Moju.

Fonte: Portal na hora

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Governo federal vai investir no transporte hidroviário do estado


O Ministério dos Transportes confirmou que irá autorizar a inclusão na segunda versão do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das hidrovias Teles Pires-Juruena-Tapajós, da Hidrovia de Tocantins e do Porto de Miritituba, além da instalação de 13 terminais de passageiros e cargas mistas. A previsão é de que sejam investidos mais de 1 bilhão nas obras. 

O sistema hidroviário é responsável por 55% do volume de transporte de carga no Estado, e com a implantação das obras previstas pelo PAC II estima-se que esse índice suba para 80%, o que irá contribuir com o aumento de produção, a redução de custos e o aumento de investimentos de grandes empresas na região.

Com a abertura da Hidrovia Teles Pires-Jurena-Tapajós, a previsão é de que cerca de 100 milhões de toneladas de soja e minério sejam transportadas por ano. Com a implantação da Hidrovia de Tocantins, a exportação terá um incremento ainda maior.

Terminais
Dentro das obras do PAC II também estão contemplados as instalações e manutenções de 13 terminais de passageiros e cargas mistas no Estado. Os terminais completam o modal de transporte hidroviário da região, contribuindo para a facilidade nos deslocamentos. Estarão localizados nos municípios: Abaetetuba, Cametá, Viseu, Augusto Corrêa, Altamira, Belém, Bragança, Conceição do Araguaia, Juruti, Óbidos, Oxiriminá, São Miguel do Guamá e Tuuruí.

Fonte: Agência Pará

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Minha Casa Minha Vida 2 tem novas regras e prioriza população de baixa renda


 




Unidades habitacionais do Programa Minha Casa
Minha Vida no Residencial Casas do Parque,
em Campinas (SP). Foto: Ricardo Stuckert/Arquivo/PR



 O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (12/5), novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida 2, que contará com investimentos, até 2014, de R$ 71,7 bilhões – R$ 62,2 bilhões do Orçamento Geral da União e R$ 9,5 bilhões do FGTS. A segunda fase do programa foi aprovada terça-fera ã noite (10/5) pelo Senado Federal, na forma de Projeto de Lei de Conversão (PLV 10/2011), originado na Medida Provisória 514/10, que agora segue para sanção presidencial. A meta é contratar, num período de quatro anos, dois milhões de unidades habitacionais.

Em entrevista coletiva concedida em Brasília, a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, informou que 60% das unidades habitacionais serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00, com o subsídio do governo podendo chegar a 95% do valor do imóvel. Para adquirir a casa própria, essas famílias deverão arcar com 10% da renda, com limite mínimo de R$ 50,00, por 120 meses. Nessa modalidade, o imóvel não poderá ser vendido antes de dez anos, a não ser que as famílias quitem o valor total, incluindo o subsídio. O objetivo, segundo Inês, é evitar a venda prematura do empreendimento.

“A pessoa que decidir vender vai ter que pagar o valor total, sem o subsídio do imóvel. Caso a família tenha a venda como um fato, ela só pode vender o imóvel depois de quitá-lo”, informou.

Outra mudança da segunda versão do programa habitacional é o fim do limite de cinco pavimentos para os prédios residenciais populares em áreas urbanas centrais e regiões metropolitanas e a possibilidade de instalação de comércio no térreo destes imóveis. A secretária explica que o objetivo da verticalização é ampliar a oferta de imóveis à população de baixa renda. Ainda de acordo com ela, ao liberar a exploração comercial no térreo dos empreendimentos, o governo possibilita uma saída ao custeio do condomínio.

O Minha Casa Minha Vida 2 prevê que mulheres separadas podem adquirir um imóvel mesmo sem a outorga do cônjuge ou no caso em que não houve divórcio judicial. Essa modalidade é limitada às famílias com renda mensal de até R$ 1.395,00.

Uma nova regra permite, ainda, a aquisição de imóveis, por meio do programa, nas áreas em processo de desapropriação, em operações de urbanização de favelas e assentamentos precários. Nesses casos, é possível a aquisição e cessão dos direitos de posse. Ao final do processo de desapropriação, o direito de propriedade do imóvel será transferido às famílias beneficiárias.

Cadastro nacional - Uma das novidades incluídas na nova fase do programa é a instituição de um cadastro de beneficiários de programas habitacionais ou rurais. O objetivo – explica a secretária – é imprimir maior controle no processo de concessão de subvenções. A partir do cadastro, o governo terá maior controle e monitoramento dos benefícios, evitando que alguém receba o subsídio mais de uma vez.

“Um desafio nosso é gradativamente consolidar num único instrumento os benefícios financiados pela União, estados e municípios. É um instrumento que vai permitir maior controle dos processos”, explicou.

Como aderir ao programa – As famílias que se encaixam nas regras do Minha Casa Minha Vida 2, que tiverem interesse em adquirir um imóvel, devem procurar a prefeitura municipal. A partir dessa manifestação, as famílias serão inseridas em um cadastro nacional. Se selecionadas, serão chamadas pela Caixa Econômica Federal para assinatura de contrato, informou Inês Magalhães.


Fonte: Blog do Planalto

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Minha Casa Minha Vida em Belém


Com o objetivo de facilitar a compra de imóveis novos por famílias com renda de até 5 mil reais, foi assinado na tarde desta sexta-feira, 04, o Termo de adesão entre a União e o Município de Belém, que firma parceria para execução do Programa Minha Casa Minha Vida na cidade de Belém.

De acordo com Inês Magalhães, secretária Nacional de Habitação, cerca de 300 milhões foram destinados para o município de Belém, o recurso encontra-se em processo de contratação e execução para a implantação de vários projetos já apresentados. “Nosso desafio é conseguir viabilizar para que os projetos saiam do papel e entrem em execução ainda este ano, a fim de contemplar as famílias moradoras de Belém”, informou a secretária, que disse ainda que só para atender o programa Minha Casa Minha Vid, serão destinados cerca de 2 milhões de reais para capital paraense.

Fonte: Prefeitura de Belém