quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Zé Geraldo elogia ações do Governo Lula no Pará


O deputado Zé Geraldo (PT-PA) elogiou em pronunciamento no plenário os investimentos que o governo Lula tem feito no estado do Pará. De acordo com ele, durante 20 anos o Pará não teve nenhum investimento para obras estruturantes. Graças ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Pará foi um dos Estados mais contemplados. "Duas grandes rodovias abertas na década de 70, a BR-163, que vai ligar o Centro-Oeste, o Mato Grosso, ao oeste do Pará, Itaituba, Santarém, Rurópolis, e a Transamazônica, que vai interligar Tocantins, Marabá, Altamira até Rurópolis, no entroncamento Itaituba-Santarém estão virando realidade com o PAC", disse.

 Zé Geraldo também citou os benefícios do Programa Luz para Todos. "Esse foi um grande programa para nosso Estado porque o interior do estado do Pará vivia totalmente às escuras. E, hoje, o Pará caminha para que nos próximos três anos todas as comunidades rurais estejam eletrificadas", frisou o parlamentar petista.

Fonte: Site Liderança do PT

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

PAC traz R$ 270 milhões a Belém


A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) do governo federal vai destinar R$ 784 milhões a 44 obras e projetos no Pará. A maior parte desses recursos irão para Belém, que receberá mais de R$ 270 milhões. No geral, são 12 projetos para a capital, com destaque para a ampliação do sistema de abastecimento de água nos distritos de Icoaraci, Outeiro e na Ilha de Cotijuba, e para a urbanização das áreas complementares do Portal da Amazônia e Paracuri. Esta previsão atualizada consta na página do Ministério das Cidades na internet. Em todo o Brasil, serão R$ 17 bilhões para 1.260 obras e projetos com foco nas áreas de saneamento básico e na urbanização das cidades.
A maior fatia dos recursos do PAC 2 no Estado será destinada para a ampliação do sistema de abastecimento de água de Belém, Ananindeua e Marituba, compreendendo a recuperação e modernização da primeira etapa da estação de tratamento de água Bolonha e da estação elevatória de água tratada. Para esse empreendimento será alocados R$ 134,06 milhões, cerca de 50% de todo o investimento previsto na capital.
Além de Belém, os recursos serão distribuídos a outros 13 municípios paraenses. Marabá irá receber a segunda maior fatia do bolo destinado ao Estado. Cerca de R$ 140 milhões em recursos para projetos como os de saneamento integrado na Grota Criminosa (R$ 46 milhões), e para a urbanização da Grota do Aeroporto (R$ R$ 65 milhões). A previsão para Ananindeua é de R$ 102 milhões, cujo maior montante, R$ 45,49 milhões, vai para a área de saneamento da Bacia do Icuí-Guajará. Santarém terá R$ 74 milhões, exclusivamente para obras de saneamento e tratamento de água.


Fonte: O Liberal

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Audiência confirma maior aquífero do mundo em Santarém


No último sábado foi realizada em Santarém, a Audiência Pública sobre a água, a partir de convocação do Ministério Público Estadual, com a participação de lideranças populares, governos e especialistas no assunto.

Os promotores Hélio Rubens e Paulo Roberto Corrêa fizeram uma apresentação de como a situação chega ao órgão, dando ênfase as inúmeras reclamações diárias com pedidos de providências da comunidade sobre a problemática que assola o município nos últimos 20 anos.

Na oportunidade, o presidente da Companhia de Saneamento do Pará, Edilson Rodrigues, foi representado pelo diretor geral, Sérgio Roque, que reconheceu a situação vivida pelos santarenos, mas disse que o atual governo está com um investimento alto no município.

Ele voltou a falar da construção dos novos poços que vão atender 29 bairros da cidade, além da manutenção de toda a rede com investimentos oriundos do Governo Federal para o Pará, através do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC 1 e 2.

O professor Milton Matta, titular do laboratório de recursos hídricos da UFPA, esteve na audiência e destacou a pesquisa já realizada que comprova cientificamente a existência do maior aquífero do mundo, que é o de Alter do Chão.
Tecnicamente o docente disse não haver qualquer justificativa para o problema, e alegou que tudo pode ser conseqüência da gestão governamental das ultimas três administrações do estado, mas não dificuldades naturais.
O promotor Paulo Roberto avaliou positivamente a audiência e afirmou que, com toda a exposição feita pelo professor, foi importante para a população reconhecer onde pode está o problema.

Fonte: Portal na hora